Depois de duplicada a letra tornava-se necessário criar um terreno para situar a letra duplicada que, tal qual a casa Lemke, serviria para abrigar um centro comunitário. Contudo, o terreno criado deveria promover e favorecer o conceito do projeto e sua forma.
No primeiro modelo, a entrada ao terreno e ao centro comunitário se daria pela parte mostrada na figura 1, que estaria situada mais abaixo, para que os visitantes fossem conhecendo o restante do complexo comunitário à medida que percorressem tanto a obra, como o próprio terreno, como mostra na sequência de imagens 2, 3 e 4. Na imagem 5, trata-se da parte posterior do terreno, a qual o visitante teriam vista apenas ao estar no topo do sítio.
Esta outra proposta altera a entrada da obra para a parte mais alta e ao invés de acompanhar os níveis do terreno, cria um contraponto, pois permanece plano.
Como alternativa estrutural, os pórticos que fazem a estruturação poderiam verticalizar-se, porém o piso permaneceria a mesma altura, criando vistas na parte mais alta em relação ao terreno e um espaço coberto sob a edificação.
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